Back to write, han? Maybe, it would be better if I’ve said back to the ride. No fundo é a mesma coisa. Fazer a trilha que sai de si e leva só até si mesmo. Meu objetivo é atingido então aí: tentar colocar ordem numa cabeça desorientada por meio de uma folha de papel e um lápis, pros mais românticos, ou de dedos doloridos e um teclado, pros que que não gostam de ouvir mentiras. É, de início é melhor já assumir, que a música que ouço é formato MP3 e minhas lapiseiras ultimamente mais tem resolvido integrais do que dilemas oriundos de uma cabeça egocentrica. Sim, faço engenharia, do pior tipo, aquela que realmente vai desempregar pessoas e gerar fome nas famílias, faço Controle e Automação, sabe lá por quanto tempo aguentarei o curso, ou quantos anos levarei pra me formar se insistir nessa loucura. Mas apesar disso, não se deixe levar por estereótipos, apesar de me esquecer como se soletram as palavras por ter parado muito tempo de escrever coisas que não se parecem com sopas de letrinhas, ao lado da minha cama impera um livro de Freud e entre meus ídolos, é bom dar destaque especial prum cidadão qualquer, um tal de Baudelaire e doses homeopáticas de Bukowski, para que eu não me perca niilisticamente. É, mas é sempre bom lembrar que ler não significar compreendê-los da forma como gostariam. Se bem que já não cabe mais a eles decidir sobre isso, e não porque tenham morrido, mas porque lançaram suas idéias e agora elas vagam pelo mundo. Não podem mais se preocupar com isso, não têm mais o direito. Falaram o que quiseram falar, agora tem de nos deixar dizer também, pensar também e responder o que quisermos, afinal de contas, não é a ditadura da boa literatura (não que essa não soe uma idéia tentadora) inclusive porque tem-se de respeitar Crepúsculo e Quem mexeu no meu queijo?. Apesar de não entender onde ele se esconde, se venderam tanto, algum refino eles devem ter, não? Huum, não, na verdade não acredito nisso, mas isso já é problema meu, foi lançado a mim e essa é minha resposta: explodam!
Não digo que o que faço pode ser chamado de literatura, porque não pode, e muito menos de bons textos, porque isso também é mentira, mas digo que tentarei organizar as idéias pra que elas soem o menos pior próximo ao turbilhão de infromações torcidas e distorcidas que passam pelo pequeno cérebro que melhor pilota uma hp do que entende um ser humano. Tentarei também regular meu egoísmo que parte do principio de que é tão importante ao ponto de alguém querer ler suas idéias e portanto publica-as.
Divirtam-se.
Não digo que o que faço pode ser chamado de literatura, porque não pode, e muito menos de bons textos, porque isso também é mentira, mas digo que tentarei organizar as idéias pra que elas soem o menos pior próximo ao turbilhão de infromações torcidas e distorcidas que passam pelo pequeno cérebro que melhor pilota uma hp do que entende um ser humano. Tentarei também regular meu egoísmo que parte do principio de que é tão importante ao ponto de alguém querer ler suas idéias e portanto publica-as.
Divirtam-se.